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Subfilo
Vertebratados
As evidências fósseis indicam que os vertebrados evoluíram
num ambiente marinho durante o Cambriano. Pouco sabemos sobre o grupo
até algumas formas desenvolverem armaduras ósseas dérmicas.
A evolução do osso, bombeamento muscular para filtrar
alimento e o aumento na mobilidade, direcionou a evolução
em dois sentidos diferenciando-se dois grupos distintos de vertebrados.
Primeiramente surgiram os Pteraspsida ou Diplorhina, também
denominados heterostracos; posteriormente diferenciaram-se os Cephalaspida
ou Monorhina, caracterizados pelos osteostracos. A ampla radiação
destas formas demonstra várias soluções para
resolver o crescimento de um organismo encouraçado com osso.
Somente dois tipos de Agnatha sobreviveram até os dias de hoje,
originários das radiações dos primeiros vertebrados;
as feiticeiras e lampréias. Todavia, os Agnatha atuais ilustram
como o plano estrutural do corpo dos primeiros vertebrados foi capaz
de sofrer alterações, devidas às várias
especializações.
Os vertebrados são cordados metaméricos, de grande tamanho
corpóreo, que possuem uma espinha dorsal de vértebras
ao redor de ou substituindo, o notocórdio. O subfilo Vertebrata
contém a maioria dos cordados. Como cefalocordados, eles são
metaméricos, mas a extremidade anterior do cordão nervoso
está expandida num cérebro. O notocórdio está
envolvido ou substituído por vértebras. Primitivamente,
os vertebrados são nadadores ondulatórios e a evolução
da mandíbula capacitou-os a explorar uma diversidade maior
de alimentos que os seus ancestrais filtradores. Muitos zoólogos
acreditam que o ancestral dos cordados foi um animal séssil
e os cefalocordados e vertebrados evoluíram através
da retenção e desenvolvimento de formas corpóreas
larvárias móveis, até a maturidade.
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